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sexta-feira, 27 de julho de 2012

De Belém do Pará

Cultura Brasil - De Belém do Pará
Cena do documentário ''Pau e Corda: Histórias e Carimbó''.

De origem musical indígena, o Carimbó nasceu no norte do Pará, região próxima a capital Belém, e depois se espalhou por todo o nordeste, abraçando outras culturas. O nome vem da madeira curimbó, muito utilziada como instrumento de percussão.


Inicialmente, a dança do Carimbó era marcada com dois curimbós, um agudo e outro grave, e acompanhada por outros instrumentos como flauta de madeira e viola. Hoje, devido às influências de outros ritmos, é possível notar a presença de outros instrumentos como saxofone, clarinetes ou guitarras elétricas no estilo.

Nesta playlist apresentamos aos fãs da música brasileira um ritmo cheio de história e importante para a disseminação de outras sonoridades latino-americanas. O Carimbó é o ritmo preferido dos pescadores do Pará e acabou passando de uma dança tradicional para um ritmo moderno, também influenciando a lambada e o zouk.

Hits antigos e modernos foram selecionados para não deixar ninguém parado. Desde a veterana Fafá de Belém, que o nome não nega as influências do ritmo paraense, até a moderna Gabi Amarantos, que na parceria com Fernanda Takai em “Pimenta com Sal”, vai muito além do rótulo tecnobrega.

A seleção “De Belém do Pará” ainda destaca a música de Eliana Pittman, cantora e atriz que recebeu o título de Rainha do Carimbó por seus sucessos nos anos 1970. A carioca apresenta influências de Pindoca, conhecido como Rei do Carimbó e uma das figuras mais conhecidas no Pará por sua importância na música e na difusão de ritmos locais.

Nilson Chaves também não fica longe do título Rei. Indicado ao Grammy Latino, o paraense tem parceiros por todo o Brasil, inclusive Lucinha Bastos, que também faz parte da playlist.

A melhor forma de aproveitar o Carimbó é não ficar parado. Apenas deixe esse ritmo único e as batidas marcadas levarem seu corpo e alma para mais perto do Brasil.


[ ] repertório

Chama Verequete, por Fafá de Belém
Nossa vida é um buraco, por Pinduca
Carimbó caboco, por Lucinha Bastos
Sinhá pureza, por Eliana Pittman
Sabor açaí, por Nilson Chaves
Ai menina, por Lia Sophia
Pimenta com sal, por Gabi Amarantos e Fernanda Takai
Fogo na morena, por Felipe Cordeiro
Isso é carimbó, por Do Amor

terça-feira, 20 de março de 2012

Povos Indígenas do Vale do Javari: Unidos Pela Saúde, Pela Vida

Olá Amigos e companheiros na luta pelo bem viver e amor ao próximo!
Em busca da tão sonhada civilização do amor idealizada por todos nós, venho até você pedir que possa ajudar na luta dos povos indígenas em busca da saúde. E por este motivo venho através deste solicitar que possam ajudar na Campanha pelos povo do Vale do Javari, onde 90% da população sofre com hepatite e malária.

Em anexo segue o abaixo- assinado.

Povos Indígenas do Vale do Javari: Unidos Pela Saúde, Pela Vida
Nos últimos dez anos, muitas mortes vêm acontecendo devido à precária assistência à saúde. Contata-se que mais de 85% da população está contaminada por um ou mais vírus da hepatite, sobretudo do tipo "B" - que é mortal e não tem cura.
 Somente em 2010, num período de 40 dias, 12 crianças Kanamari faleceram. E outro quadro delicado fica por conta do grande número de órfãos, que também perderam os pais por causa das doenças. "Deixamos de fazer nossas festas porque estamos chorando nossos mortos", lamenta Kurá Kanamari.
Sob risco iminente de extinção, os povos se unificaram pela campanha – que recebe apoio de diversas organizações, entre elas o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Um dos principais problemas é a ausência de qualquer preocupação por parte do Governo Federal frente à situação. Quebrar o silêncio, fugir da morte e construir o projeto de futuro desses povos é o grande objetivo da campanha.

Link para saber um pouco mais sobre esta campanha: http://www.cimi.org.br/site/pt-br/index.php?system=news&action=read&id=5907



Enviar Abaixo-assinado até o dia 28 de abril 

RUA LAGAMAR, 36 - CONJUNTO HABITACIONAL DE FLORES – FLORES - MANAUS - AM - CEP 69.058-801

sábado, 5 de novembro de 2011

Contra o extermínio da juventude

http://comiter.files.wordpress.com/2011/11/cartazcelebra25c325a725c325a3o.jpg?w=380&h=535

O Comitê Interreligioso do Pará, formado por afro-religiosos, daimistas, wiccas, hare-krishnas, cristãos, esotéricos, espíritas, ciganos, atuante contra a intolerância religiosa e na promoção da cultura da paz com justiça social, estará promovendo, no dia 06 de novembro, na Praça Batista Campos, às 08h30, uma Celebração Interreligiosa, com participação da juventude organizada e de entidades parceiras, um momento celebrativo em memória aos adolescentes e jovens, em sua maioria negros, assassinados no Pará e no Brasil. Será um momento de denúncia e de fortalecimento de nossa organização e mobilização contra as violências. Também vamos renovar nossa esperança! Participarão do evento mães que tiveram filhos adolescentes e jovens assassinados. Haverá um cortejo em quatro pontos da Praça Batista Campos e um momento de memória das histórias de vida dos jovens assassinados.
Dia 06.11.11, às 09h, no Coreto Central da Praça Batista Campos
Apoio:
Rede Ecumênica da Juventude, Conselho Amazônico de Igrejas Cristãs, UNIPOP-Universidade Popular
Programação:
Cortejo em 4 pontos da Praça, Celebração, Memória de jovens mortos, Depoimento de uma mãe, Grupo de Teatro da Unipop, Grupo de Cultura Regional Iaçá da Paróquia Luterana, Hip Hop.

Atividades para a Semana da Consciência Negra parte 1


EXPOSIÇÃO PIXAIM: A BELEZA DA COR
A exposição PIXAIM: A BELEZA DA COR reúne quadros (pinturas) da artista plástica e professora Vânia Ramos.
É uma homenagem a Semana da Consciência Negra, celebrada com cores e formas.

Abertura: 18 de novembro de 2011, 18h
Período de visitação: 18 a 25/11/11
Horário: 16 às 20h
Local: Espaço Cultural do SESC Doca
Endereço: Rua Senador Manoel Barata, 1873 (entrada pela Doca), Belém/PA.
Informações: (91) 40059518 -tarde      




Ciclo de Palestras Consciência Negra e Educação na Amazônia

20 DE NOVEMBRO
Dia Nacional da Consciência Negra
O Grupo de Estudos Afro-Amazônico, o Fórum de Educação e Diversidade Etnicorracial, a Casa Brasil-África e a Assessoria de Diversidade Étnico-Racial
Convidam
Ciclo de Palestras Consciência Negra e Educação na Amazônia

07,08, 16 e 17 de novembro/2011
Local: Auditórios da Reitoria e Instituto de Letras e Comunicação / UFPA

PREPARATÓRIO PARA O II COLÓQUIO INTERNACIONAL DA DIÁSPORA AFRICANA NA AMAZÔNIA

ANO INTERNACIONAL DOS AFRO-DESCENDENTES



PROGRAMAÇÃO

Informações:
Tel.: 3201-8365 E-mail: afroamazonico@gmail.com



CONVITE


Os estudantes Angolanos residentes em Belém, no âmbito da comemoração alusivo ao dia 11 de Novembro, data que se assinala mais um aniversário da Independência de Angola, CONVIDAM para a Festa de Angola, que será realizada no Café Chic, no dia 12 de novembro (sábado), a partir das 20h30.
O Café Chic fica na Av. 16 Novembro, 293, próximo à Tamandaré, Belém - PA. Tel. (91) 3222-8897.
Convites e informações - 8359-6569

Atenciosamente
Grupo de Estudos Afro-Amazônico

Contra o extermínio da juventude


                                                                                                                                                         

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Curso de comunicação Popular na UNIPOP

Curso de comunicação
O curso de comunicação Popular: Democratizando a Informação, é um espaço que visa promover e estimular adolescentes e jovens das comunidades educativas da Região Metropolitana de Belém, articuladas ou não ao Programa JPA, a produzir, em diferentes linguagens midiáticas, instrumentos de mobilização social, capazes de articular interações criativas e autônomas, promovendo o exercício do direito à Comunicação e à Informação. 

Objetivo Geral
Ampliar e fortalecer a participação de adolescentes e jovens no processo de produção, democratização e socialização de informações produzidas na comunidade, com repercussão em esfera regional e nacional.

Período
De 03/09/2011 à 03/12/2011
36 adolescentes e jovens na faixa etária de 16 à 24, sendo 26 das 13 comunidades educativas em que a UNIPOP desenvolve ações por meio do programa Juventude, Participação e Autonomia

Conteúdo  
Impresso
- Código de Ética e linguagem do Jornal;
- Gêneros jornalísticos (artigo, crônica, reportagem, nota, editorial, colunas, noticia, cartoon, história em quadrinhos, charges etc);
- Funções jornalísticas e suas atribuições (editor, repórter, fotógrafo, pauteiro, redator, etc.)
- Produção da notícia (reunião de pauta, apuração e encaminhamento de matérias).

TV Popular e produção de vídeos
 - Produção de roteiro
- Produção de argumento
- Técnicas de vídeo
- Vídeo de bolso: Técnica

Internet: mobilizando na rede
- Contexto da Internet 2.0
- Novas ferramentas de mobilização social: Produção de blog e perfis nas redes sociais
- Construção de blogs
- Postar vídeos e imagens na internet

 Telefone
 (091) 3224-9074/3261-4260 / 83990777

Email

--
Alex Pamplona
Instituto Universidade Popular – UNIPOP
Revista viração/PA
Fórum da Amazônia Oriental – FAOR GT’s Comunicação e Juventude
Coletivo Jovem Pelo Meio Ambiente – CJ/PA
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Av. Senador Lemos, 557 - Umarizal
cep:666055-000
Fone: (91) 3261-4260  /  81383616  /  3223 1083 (geral)
Belém – Pará – Amazônia

__._,_.___

2 de 2 arquivo(s)

Anexo(s) de Silvana Sarmento

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Seminário de Ensino Religioso e Educação para as Relações Étnico-raciais no Pará



SEMINÁRIO DE ENSINO RELIGIOSO E EDUCAÇÃO
PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO PARÁ


Data: 28 e 29 de junho de 2011

Local: Auditório do Centro de Ciências Sociais e Educação (CCSE)
Universidade do Estado do Pará (UEPA)
Endereço: Trav. Djalma Dutra, s/n, Telégrafo, Belém/PA

PROGRAMAÇÃO

Dia 28 de junho, terça-feira
8h- Abertura do Seminário – Canção religiosa.
Proposta: Mestre de Cerimônia convida uma liderança (sacerdote, sacerdotisa, representante da Casa ou Terreiro) para abrir os trabalhos com uma música, poesia, história ou outra forma que achar mais apropriado.

8h15- Religiões de matrizes africanas: saberes, valores e práticas. Contribuições na formação escolar.
Proposta: Sacerdotes, sacerdotisas, representantes de entidades e religiões de matrizes africanas relatando suas experiências e sugerindo como gostariam de ver suas religiões tratadas nas escolas. Mediação: COPIR.

10h- Religião e religiosidade africanas na Amazônia.
Proposta: Grupo de Estudo Religiões de Matriz Africana na Amazônia (UEPA/CR) apresenta expressões regionais das religiões e religiosidades originárias da África. Mediação: COPIR.

14h- Ensino Religioso: currículo e aplicação da Lei 10.639/03.
Proposta: COPIR apresenta a Lei 10.639/03. CEE apresenta a legislação estadual sobre o tema. Mediação: DEDIC.

16h- Filme-diálogo: ATÉ OXALÁ VAI À GUERRA - UMA HISTORIA DE RACISMO E INTOLERÂNCIA RELIGIOSA (2008).
Direção: Carlos Pronzato / Co-direção de Stefano Barbi-Cinti.Duração: 40 min. / Áudio: PortuguêsSinopse: As ações violentas executadas pela Prefeitura de Salvador através da demolição de um terreiro.

Dia 29 de junho, quarta-feira
8h- Ensino Religioso: a sala de aula enquanto espaço de afirmação da diversidade étnico-racial e de reconhecimento das religiões de matrizes africanas.
Proposta: ACREPA relata experiências em sala de aula no tratamento específico das religiões de matrizes africanas. Mediação: FOPEDER.

10h- Lançamento do Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana.
Proposta: FOPEDER e COPIR contextualizando o Plano e propondo estratégias de implementação. Mediação: CEE.

14h- Universidade: ensino e pesquisa para a educação das relações étnico-raciais.
Proposta: Coordenação do Curso de Ciências da Religião da UEPA apresenta a matriz curricular da Universidade no intuito de destacar como trabalha com a temática. Mediação: FOPEDER.

16h- A sala de aula enquanto cenário de combate ao racismo e ao preconceito.
Proposta: Profa. Clemilda e Profa. Rejane exporão práticas, experiências, metodologias e teorias sobre educação para a diversidade étnico-racial. Mediação: COPIR.

18h- Ato cultural

Apresentação
O presente projeto prevê a realização do Seminário de Ensino Religioso e educação para as relações étnico-raciais no Pará, nos dias 28 e 29 de junho de 2011, voltado para professores/as de ensino religioso, no intuito de colaborar com as estratégias de aplicação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, que visam sistematizar as orientações para divulgação e produção de conhecimentos, bem como atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos quanto à pluralidade étnico-racial, tornando-os capazes de interagir e de negociar objetivos comuns que garantam, a todos, respeito aos direitos legais e valorização de identidade, na busca da consolidação da democracia brasileira.

Justificativa
O racismo está presente nas relações sociais e não é diferente no interior das escolas. Sua expressão no ambiente escolar é multifacetada, amparando-se na negação dos costumes, tradições e conhecimentos africanos e afro-brasileiros (CAVALLEIRO: 2001).
Para combater e superar estas manifestações de preconceitos, racismos e discriminações, além de propor mudança efetiva comportamental na busca de uma sociedade democrática e plural, foram apresentadas no campo da política educacional as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana (Parecer CNE/CP nº. 03 de 10 de março de 2004), onde são estabelecidas orientações de conteúdos a serem incluídos e trabalhados e também as necessárias modificações nos currículos escolares, em todos os níveis e modalidades de ensino.
Sendo a religião uma das expressões da diversidade cultural, a disciplina ensino religioso, ao trabalhar conteúdos consubstanciados sobre as religiões de matrizes africanas, apresenta-se como essencial para a compreensão das várias manifestações de vivências religiosas no contexto escolar, cujo conhecimento deve promover a tolerância e o convívio respeitoso com o diferente e o compromisso político com a equidade social no Brasil (Regulamentação e Consolidação da Educação Básica no Pará, Art. 28).

Objetivo
Promover capacitação de professores/as de Ensino Religioso da Rede Estadual de Ensino para aplicação de conteúdos que compreendam as religiões de matrizes africanas.

Objetivos Específicos
- Reconhecer a riqueza e legitimidade das religiões de matrizes africanas na relação com o transcendente e o sagrado, por meio de suas fontes, sacerdotes e sacerdotisas, ritos, símbolos e outras formas de expressão;
- Relançar e disseminar o Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana;
- Promover a importância da diversidade religiosa e do diálogo inter-religioso;
- Suscitar subsídios pedagógicos sobre religiões de matrizes africanas para uso em sala de aula, bem como para elaboração de conteúdos a serem trabalhados articulados com as outras áreas do conhecimento.

Resultados esperados
Fortalecimento de vínculos institucionais entre a COPIR e professores/as de Ensino Religioso para acompanhamento da implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana.
Produção de recursos pedagógicos orientados para o reconhecimento da riqueza e da contribuição das religiões de matrizes africanas para a sociedade brasileira, contribuindo, desta forma, para a superação de discursos e práticas intolerantes e racis

Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=13788%3Adiversidade-etnico-racial&catid=194%3Asecad-educacao-continuada&Itemid=913.

______. Lei nº 10639, de 09 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2003/L10.639.htm.

______. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Brasília: MEC, [s.d.]. Disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12988:pareceres-e-resolucoes-sobre-educacao-das-relacoes-etnico-raciais&catid=323:orgaos-vinculados.

______. Lei Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm.

CAVALLEIRO, E. dos S. Racismo e anti-racismo na educação: repensando nossa escola. São Paulo: Selo Negro / Summus, 2001.

PARÁ. Conselho Estadual de Educação. Resolução 01, de 05 de janeiro de 2010. Dispõe sobre a regulamentação e a consolidação das normas estaduais e nacionais aplicáveis à Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino do Pará. Disponível em http://www.cee.pa.gov.br/?q=node/321.



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