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sexta-feira, 4 de julho de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
terça-feira, 20 de março de 2012
Povos Indígenas do Vale do Javari: Unidos Pela Saúde, Pela Vida
Olá Amigos e companheiros na luta pelo bem viver e amor ao próximo!
Em busca da tão sonhada civilização do amor idealizada por todos nós, venho até você pedir que possa ajudar na luta dos povos indígenas em busca da saúde. E por este motivo venho através deste solicitar que possam ajudar na Campanha pelos povo do Vale do Javari, onde 90% da população sofre com hepatite e malária.
Em anexo segue o abaixo- assinado.
Povos Indígenas do Vale do Javari: Unidos Pela Saúde, Pela Vida
Nos últimos dez anos, muitas mortes vêm acontecendo devido à precária assistência à saúde. Contata-se que mais de 85% da população está contaminada por um ou mais vírus da hepatite, sobretudo do tipo "B" - que é mortal e não tem cura.
Somente em 2010, num período de 40 dias, 12 crianças Kanamari faleceram. E outro quadro delicado fica por conta do grande número de órfãos, que também perderam os pais por causa das doenças. "Deixamos de fazer nossas festas porque estamos chorando nossos mortos", lamenta Kurá Kanamari.
Sob risco iminente de extinção, os povos se unificaram pela campanha – que recebe apoio de diversas organizações, entre elas o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Um dos principais problemas é a ausência de qualquer preocupação por parte do Governo Federal frente à situação. Quebrar o silêncio, fugir da morte e construir o projeto de futuro desses povos é o grande objetivo da campanha.
Link para saber um pouco mais sobre esta campanha: http://www.cimi.org. br/site/pt-br/index.php? system=news&action=read&id= 5907
Enviar Abaixo-assinado até o dia 28 de abril
RUA LAGAMAR, 36 - CONJUNTO HABITACIONAL DE FLORES – FLORES - MANAUS - AM - CEP 69.058-801
quinta-feira, 1 de março de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
7º ano de martírio de Ir. Dorothy Stang

SETE ANOS DO MARTÍRIO DE DOROTHY: A SAGRADA HERANÇA AMEAÇADA NA AMAZÔNIA COM A CONSTRUÇÃO DE BELO MONTE!
Aproxima-se a data do 7º ano de martírio de Ir. Dorothy Stang.
Continuamos inspirados por sua trajetória.
Continuamos cuidando da SAGRADA HERANÇA deixada por ela.
HERANÇA que sofre constantes ameaças de destruição!
Queremos celebrar a memória de nossa profetisa denunciando e dizendo NÃO a qualquer ameaça à VIDA da floresta, do povo e, este ano, DA VIDA DO RIO XINGU.
Venha defender e multiplicar esta Herança!Participe da Celebração Inter-religiosa
Local: Praça da República (Espaço do MOVIDA)
Horário: às 10h
Data: 12 de fevereiro de 2012
COMITÊ DOROTHY
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Convite da Pastoral Afro do Regional Norte 2 da CNBB
Olá Juventude da Arquidiocese de Belém, Paz e Bem !
No dia 20 de novembro celebramos O Dia Nacional da Consciência Negra é um dia para lembramos a resistência do povo negro à escravidão e para refletirmos sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.
A Pastoral Afro do Regional | CNBBN2 promoverá uma Roda de Conversa sobre "Identidade e Resistência" em celebração a Semana da Consciência Negra.
DATA: 18/11/2011 (sexta-feira)
LOCAL: Sede da CNBB N2 (Trav. Barão do triunfo, 3151, Marco)
HORÁRIO: 14:00 às 18:00
ANIMAÇÃO: Grupo Folclórico Pará Nativo
Vaulene Monteiro
Secretária Executiva PJN2
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Simpósio em Belém discute a Amazônia
“A Amazônia que temos e a Amazônia que queremos” foi o tema do 2º Simpósio realizado em Belém (PA) nos dias 27 a 29 de outubro, encontro que contou com a presença de 80 pessoas das pastorais, representantes de dioceses, religiosos e da Cáritas do Regional Norte 2 da CNBB (Pará).
A assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Amazônia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) irmã Maria Irene Lopes, juntamente com o diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Camilo Pauletti, participaram do Simpósio.
“A Amazônia sofre por causa de um modelo econômico que privilegia o lucro acima da vida do povo e do respeito à natureza: desmatamento, queimadas, agronegócio, madeireiras e mineradoras.Os grandes projetos são decididos fora da Amazônia, visando interesses que não beneficiam os amazônidas. É urgente analisar as consequências desses projetos”, sublinhou irmã Irene sobre a importância das discussões no Simpósio. Ela também apresentou os projetos da Comissão para o quadriênio (2011-2015).
Ainda no Simpósio houve discussões, troca de ideias, perspectivas que ajudam a elaborar, aprofundar e sistematizar a reflexão em torno de um determinado tema. “A degradação humana e ambiental” foi o destaque do evento que contou também com palestras, mesas de debate e plenárias. O professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) Romero Ximenes desenvolveu o seguinte tema: “A trajetória do desenvolvimento na Amazônia”, no âmbito econômico, social e político”.
Os também professores da UFPA, Tarso e Marize, e o padre Raimundo Possidônio, conduziram a segunda mesa cujo tema foi “Desafios para a Igreja e os Movimentos Sociais”.
O diretor das POM, padre Camilo Pauletti, apresentou um vídeo sobre o projeto missionário da Igreja do Brasil no Haiti e sobre o mês missionário com foco na Amazônia e destacou a importância das pessoas valorizarem a dimensão missionária ad gentes (além-fronteiras).
Fonte: CNBB
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
MAIS UM DEFENSOR DA NATUREZA NA AMAZÔNIA É ASSASSINADO
“Denunciamos o assassinato covarde de mais
um defensor da natureza na Amazônia”
http://www.arquidiocesedefortaleza.org.br
Publicado em: 24/10/2011
Seção: Notícias Nota de Dom Frei Wilmar Santin, O.Carm., Bispo da Prelazia de Itaituba, Pará – Brasil, sobre o assassinato de líder comunitário João Chupel Primo.
D. Frei Wilmar Santin,O.Carm.“Sábado foi assassinado o líder comunitário João Chupel Primo em M
iritutuba, município de Itaituba, PA. Conheci o João
foi em sua comunidade que realizei as primeiras crismas como bispo de
Itaituba.
Eu o tinha encarregado de fundar uma nova comunidade. Justamente no dia da crisma em junho deste ano, ele deixou de ser o coordenador da Comunidade Nossa Senhora de Nazaré de Miritituba para poder se dedicar à fundação da nova comunidade.
Ele vinha fazendo denúncias sobre grilos de terras e extração ilegal de madeira. Por isso foi assassinado brutalmente com um tiro na testa sábado passado.
Quando os defensores da natureza e da legalidade vão deixar de serem mortos? Quando o Governo Federal colocará pra valer a Polícia Federal para agir no Pará?
Fraternalmente,
Dom Frei Wilmar Santin, O.Carm.
Bispo da Prelazia de Itaituba, Pará – Brasil”
"Senhor Deus misericordioso, tu és a paz, a concórdia, a pureza, a bondade. Tu és o Pai e Senhor de todos os que alimentam pensamentos de paz. Dá-nos humildade, esperança e firmeza na fé. Dá que lidemos uns com os outros em amor, já que o amor é o cumprimento da lei, assim que sejamos filhos da paz e da concórdia, dignos das bem-aventuranças de teu filho, que sejamos sal da terra e luz do mundo".
(Cirilo de Jerusalém, 315-386)
--
Nota da CPT
http://www.cimi.org.br/
Sábado, dia 22, por volta das 14 horas, foi assassinado com um tiro na cabeça João Chupel Primo, 55 anos. Ele trabalhava numa oficina mecânica onde o crime ocorreu, ao lado de seu escritório.
João denunciava a grilagem de terras e extração ilegal de madeira, feitas por um consórcio criminoso. Ele tem vários boletins de ocorrências de ameaças de morte na polícia local. João fez várias denúncias ao ICMBIO e a Polícia Federal, que iniciaram uma operação na região.
A madeira é retirada da Flona Trairão e da Reserva do Riozinho do Anfrizio, onde as portas de entrada para essa região, que faz parte do mosaico da Terra do Meio, são pela BR 163 - Vicinal do Brabo cortada até o Areia; entrando pelo Areia (Trairão), cortada até Uruará. Pela BR 230: vicinal do Km 80. Vicinal do km 95. Vicinal do 115. A operação do ICMBIO, que recebeu apoio da Polícia Federal, Guarda Nacional e Exército não teve muito êxito, pois toda noite ainda saem de 15 a 20 caminhões de madeira.
Dizem que não foi dada continuidade à operação por medida de segurança. Um soldado do Exército trocou tiros com pessoas que cuidavam da picada quilômetros adentro da mata e ficou perdido cinco dias no mato. O Exército retirou o apoio. A Polícia Militar também não quis dar apoio.
A responsabilidade de mais uma vida ceifada na Amazônia, recai sobre o atual governo, o IBAMA/ICMBIO, Polícia Federal - que não deram continuidade à operação iniciada para coibir essa prática de morte, tanto da vida da Floresta como de pessoas humanas.
Já foram assassinadas mais de 20 pessoas nessa região de 2005 até hoje.
Quantas vidas humanas e lideranças ainda tombarão???
Itaituba, 24 de Outubro de 2011.
CPT – BR163
Prelazia de Itaituba.
http://www.arquidiocesedefortaleza.org.br
Publicado em: 24/10/2011
Seção: Notícias Nota de Dom Frei Wilmar Santin, O.Carm., Bispo da Prelazia de Itaituba, Pará – Brasil, sobre o assassinato de líder comunitário João Chupel Primo.
D. Frei Wilmar Santin,O.Carm.“Sábado foi assassinado o líder comunitário João Chupel Primo em M
iritutuba, município de Itaituba, PA. Conheci o João
foi em sua comunidade que realizei as primeiras crismas como bispo de
Itaituba.Eu o tinha encarregado de fundar uma nova comunidade. Justamente no dia da crisma em junho deste ano, ele deixou de ser o coordenador da Comunidade Nossa Senhora de Nazaré de Miritituba para poder se dedicar à fundação da nova comunidade.
Ele vinha fazendo denúncias sobre grilos de terras e extração ilegal de madeira. Por isso foi assassinado brutalmente com um tiro na testa sábado passado.
Quando os defensores da natureza e da legalidade vão deixar de serem mortos? Quando o Governo Federal colocará pra valer a Polícia Federal para agir no Pará?
Fraternalmente,
Dom Frei Wilmar Santin, O.Carm.
Bispo da Prelazia de Itaituba, Pará – Brasil”
"Senhor Deus misericordioso, tu és a paz, a concórdia, a pureza, a bondade. Tu és o Pai e Senhor de todos os que alimentam pensamentos de paz. Dá-nos humildade, esperança e firmeza na fé. Dá que lidemos uns com os outros em amor, já que o amor é o cumprimento da lei, assim que sejamos filhos da paz e da concórdia, dignos das bem-aventuranças de teu filho, que sejamos sal da terra e luz do mundo".
(Cirilo de Jerusalém, 315-386)
--
Nota da CPT
http://www.cimi.org.br/
Sábado, dia 22, por volta das 14 horas, foi assassinado com um tiro na cabeça João Chupel Primo, 55 anos. Ele trabalhava numa oficina mecânica onde o crime ocorreu, ao lado de seu escritório.
João denunciava a grilagem de terras e extração ilegal de madeira, feitas por um consórcio criminoso. Ele tem vários boletins de ocorrências de ameaças de morte na polícia local. João fez várias denúncias ao ICMBIO e a Polícia Federal, que iniciaram uma operação na região.
A madeira é retirada da Flona Trairão e da Reserva do Riozinho do Anfrizio, onde as portas de entrada para essa região, que faz parte do mosaico da Terra do Meio, são pela BR 163 - Vicinal do Brabo cortada até o Areia; entrando pelo Areia (Trairão), cortada até Uruará. Pela BR 230: vicinal do Km 80. Vicinal do km 95. Vicinal do 115. A operação do ICMBIO, que recebeu apoio da Polícia Federal, Guarda Nacional e Exército não teve muito êxito, pois toda noite ainda saem de 15 a 20 caminhões de madeira.
Dizem que não foi dada continuidade à operação por medida de segurança. Um soldado do Exército trocou tiros com pessoas que cuidavam da picada quilômetros adentro da mata e ficou perdido cinco dias no mato. O Exército retirou o apoio. A Polícia Militar também não quis dar apoio.
A responsabilidade de mais uma vida ceifada na Amazônia, recai sobre o atual governo, o IBAMA/ICMBIO, Polícia Federal - que não deram continuidade à operação iniciada para coibir essa prática de morte, tanto da vida da Floresta como de pessoas humanas.
Já foram assassinadas mais de 20 pessoas nessa região de 2005 até hoje.
Quantas vidas humanas e lideranças ainda tombarão???
Itaituba, 24 de Outubro de 2011.
CPT – BR163
Prelazia de Itaituba.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Missão na Paróquia Sagrada Família - Marabá-Brasil
Missão Marabá
No dia 15 de setembro nós, vocacionados da Comunidade Vocacional São Pedro Claver partimos de Fortaleza rumo à cidade de Marabá-Pa, onde participamos das Santas Missões Populares promovida pela paróquia jesuíta, Sagrada Família.
No encerramento da semana missionária celebramos a ordenação presbiteral do Diácono Horácio,SJ.
Depoimento de um vocacionado sobre a missão:
Estar com o povo de Deus... Ser presença de Deus...
Cada missão nos faz olhar para as pessoas e vê-las a partir do olhar misericordioso de nosso Pai. Não somos chamados a condenar, a afastar ou acusar, mas, a acolher, a estar com aqueles que poucos querem estar.
Fazer missão em Marabá foi uma experiência muito bela, de poder olhar pra minha história, olhar para minhas escolhas, para as expectativas que tenho do futuro e para o povo sofrido, e me sentir abraçado por Deus, e chamado a abraçar a presença de Deus em cada irmão e irmã.
Somos todos irmãos, filhos do mesmo Pai.
Por José Bruno
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
História do Círio de Nossa Senhora de Nararé

A
devoção a Nossa Senhora de Nazaré teve início em Portugal. A imagem original da
Virgem pertencia ao Mosteiro de Caulina, na Espanha, e teria saído da cidade de
Nazaré, em Israel, no ano de 361, tendo sido esculpida por São José. Em
decorrência de uma batalha, a imagem foi levada para Portugal, onde, por muito
tempo, ficou escondida no Pico de São Bartolomeu. Só em 1119, a imagem foi
encontrada. A notícia se espalhou e muita gente começou a venerar a Santa. Desde
então, muitos milagres foram atribuídos a ela.
No Pará, foi o caboclo Plácido José de Souza quem encontrou, em 1700, às margens do igarapé Murutucú (onde hoje se encontra a Basílica Santuário), uma pequena imagem da Senhora de Nazaré. Após o achado, Plácido teria levado a imagem para a sua choupana e, no outro dia, ela não estaria mais lá. Correu ao local do encontro e lá estava a “Santinha”. O fato teria se repetido várias vezes até a imagem ser enviada ao Palácio do Governo. No local do achado, Plácido construiu uma pequena capela.
No Pará, foi o caboclo Plácido José de Souza quem encontrou, em 1700, às margens do igarapé Murutucú (onde hoje se encontra a Basílica Santuário), uma pequena imagem da Senhora de Nazaré. Após o achado, Plácido teria levado a imagem para a sua choupana e, no outro dia, ela não estaria mais lá. Correu ao local do encontro e lá estava a “Santinha”. O fato teria se repetido várias vezes até a imagem ser enviada ao Palácio do Governo. No local do achado, Plácido construiu uma pequena capela.
Em 1792,
o Vaticano autorizou a realização de uma procissão em homenagem à Virgem de
Nazaré, em Belém do Pará. Organizado pelo presidente da Província do Pará,
capitão-mor Dom Francisco de Souza Coutinho, o primeiro Círio foi realizado no
dia 8 de setembro de 1793. No início, não havia data fixa para o Círio, que
poderia ocorrer nos meses de setembro, outubro ou novembro. Mas, a partir de
1901, por determinação do bispo Dom Francisco do Rêgo Maia, a procissão passou a
ser realizada sempre no segundo domingo de outubro.
Tradicionalmente, a imagem é levada da Catedral de Belém à Basílica Santuário.
Ao longo dos anos, houve adaptações. Uma delas ocorreu em 1853, quando, por
conta de uma chuva torrencial, a procissão – que ocorria à tarde – passou a ser
realizada pela manhã.
Fonte: http://www.ciriodenazare.com.br/v2.0/?action=Destaque.principal
sábado, 1 de outubro de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Neste mês de agosto estamos fazendo memória da primeira Semana Inaciana realizada em 2009
A primeira Semana Inaciana teve como tema: "Com Santo Inácio somos construtores da Paz". Com esta semana os jesuítas criaram mais um espaço de partilha, convivência e aprofundamento da Espiritualidade Inaciana e do modo de proceder da Companhia de Jesus. Com esta atividade os jesuítas e seus colaboradores e colaboradoras proporcionaram a todas as pessoas interessadas em conhecer um pouco mais da vida dos jesuítas, das obras apostólicas e das atividades desenvolvidas em cada obra, a importância da colaboração e sentido de pertença a um só projeto e a um só carisma que emana da Espiritualidade Inaciano. A primeira Semana Inaciana teve como fio condutor a paz, que é fruto de uma adesão pessoal a Jesus Cristo, e esta será reconhecida a partir dos frutos de amor, justiça, solidariedade e de relações fraternas que construímos na construção do Reino de Deus.
A Semana Inaciana teve como objetivo Geral:
Proporcionar as pessoas que freqüentam a Capela de Lourdes, assim como as pessoas que fazem parte de nossas obras, uma semana em que possamos conhecer e vivenciar ainda mais a espiritualidade inaciana.
E os objetivos específicos foram:
· Integrar por meio da espiritualidade inaciana as obras que fazem parte da missão dos jesuítas em Belém.
· Divulgar entre as pessoas que freqüentam a Capela de Lourdes mais uma oportunidade de conhecer e vivenciar a espiritualidade inaciana;
· Criar um espaço em que as pessoas possam vivenciar a espiritualidade por meio de diversas expressões artísticas
· Favorecer o entrosamento entre as pessoas que fazem parte das diversas obras dos jesuítas em Belém.
sábado, 6 de agosto de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Cimi e Universidade Federal do Amazonas lançam livro sobre povos indígenas isolados na Amazônia
O que são povos indígenas isolados? Quantos são? Onde estão e como vivem? Que ameaças pesam sobre eles?
As respostas a estas perguntas estão no livro “Povos indígenas isolados na Amazônia – Uma luta pela sobrevivência”, que o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e a Universidade Federal do Amazonas lançam às 15h30 da próxima terça-feira, 14, na Procuradoria Geral da República, em Brasília (DF).
Organizada por Guenter Francisco Loebens e Lino João de Oliveira, a obra faz parte da série “Nova Antropologia da Amazônia”, publicada pela Editora da Universidade Federal do Amazonas (EDUA). Ela é resultado da presença ativa de agentes sociais junto aos povos indígenas e quer dar visibilidade a uma realidade pouco conhecida dos brasileiros, que é a vida dos povos indígenas isolados.
Dados da obra revelam que cerca de 150 povos indígenas vivem em situação de isolamento no mundo, dos quais 127 estão na América do Sul. Destes, 90 são do Brasil. Uma das ameaças que pairam sobre esses povos é sua extinção. O grupo Avá-Canoeiro, por exemplo, sofreu um massacre no final dos anos de 1960 e sua população foi dizimada quase na totalidade.
Com 366 páginas e dividida em duas partes, a obra traz, na primeira, 13 artigos que desenham a realidade dos povos isolados, revelando sua luta por sobrevivência no Brasil e em mais seis países da América do Sul (Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai). Já a segunda parte, com quatro capítulos, apresenta a cultura do povo Suruwaha, de recente contato, e sua relação com o Cimi.
O ato de lançamento do livro contará com a presença de seu organizadores, Guenter Francisco Loebens, missionário do Cimi no Regional Norte 1 da CNBB (Norte do Amazônas e Roraima), e o antropólogo Lino João de Oliveira Neves. A vice-procuradora geral da República e coordenadora da 6ª Câmara do Ministério Público Federal (MPF), Deborah Duprat, também já confirmou presença, além dos representantes do povo Avá-Canoeiro.
“Povos indígenas isolados na Amazônia – Uma luta pela sobrevivência” pode ser adquirido junto ao Cimi pelo telefone (61) 2106-1650. O valor é de R$ 30 mais taxa de envio.
Fonte: CNBB
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